Pela primeira vez, as ameaças cibernéticas aparecem no topo do ranking de riscos das empresas brasileiras, à frente da instabilidade econômica e da concorrência. É o que mostra a pesquisa Top Risks 2026, da Protiviti com a North Carolina State University, feita com mais de 1.500 executivos e conselheiros. Para quem responde pela segurança empresarial e cibersegurança, a pauta mudou de andar: saiu da TI e foi para a mesa do conselho.
O golpe que mais preocupa não derruba sistemas nem dispara alarmes. O criminoso rouba dados em silêncio e cobra pelo silêncio, passando ao largo de backups e planos de contingência. Quando o vazamento aparece, a conta já chegou: no setor de saúde, uma violação de dados custa em média R$ 11,43 milhões por incidente no Brasil, segundo o relatório Cost of a Data Breach, da IBM.
E três movimentos ampliam a exposição ao mesmo tempo:
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